Nada como um bom design para transformar coisas difíceis em simplicidade total. Para quem tem que levar os cachorrinhos de estimação para passear todos os dias, provavelmente vai gostar desse produto incrível que irá facilitar com certeza na hora de pegar as sujeirinhas do seu dog. O nome do produto é o “Dog Pool Bags”, uma bolsinha super discreta que você, dono sensato e educado, irá usar para recolher as necessidades do animal. O produto é muito fácil de usar, além disso é bem humorado, vem com frases em cada modelo – “Shit Happens”, “Don’t blame me” etc.
Em 1950 o cartunista americano Charles Monroe Schulz criou as primeiras aventuras de Charlie Brown e seu comparsinha Snoopy, um cachorrinho da raça beagle. As tirinhas ficaram conhecidas como Peanuts e ganharam o mundo. A tchurminha cresceu e apareceu, fez parte da infância de muita gente, eu tava no meio da “muita gente” é claro. Adoro muvuca!
E pra aguçar ainda mais a sessão nostalgia olha só que bonitinhos os bonecos criados em comemoração aos 60 anos da turma. E essa caixa, super retrô, não é um charme??Eu quero!!!
Pessoal a nova campanha da Arezzo – coleção 2011 tá um escândalo! A empresa convidou nada menos que Mariana Ximenes, Maitê Proença e Reinaldo Gianecchini para estamparem em alto estilo as páginas do catálogo. Sensualidade em dose tripla quando o galã banca o voyer. Nos bastidores o estilista Alexandre Herchcovitch que fez a produção, fotos de Gui Paganini e direção de arte de Giovanni Bianco.
Esse mês a Imageria faz um ano aeee!!! Que alegria!!! O bom humor impera no escritório e o clima está muito auspicioso, aproveitamos esse clima de comemoração pra falar um pouco mais das coisas boas de Londrina City, a casa da Imageria!!!
Como disse no post anterior estão pipocando coisas interessantíssimas aqui e vale a pena dividir um pouco disso com nossos leitores que já estão quase assíduos heim, aliás, nós adoramos constatar a presença contínua de nossos leitores no Google Analytics, nossa diversão nas horas vagas.
Mas chega de falar de Imageria, hoje o assunto é o mercado editorial de Londrina, a onda de criatividade e ousadia se estendeu também para as revistas locais e hoje encontramos publicações londrinenses com conteúdo de excelente qualidade, dá orgulho de ler.
Uma das primeiras revistas com posicionamento diferenciado foi a Estação, que trouxe um mix de assuntos abordados de forma diferenciada. Depois da Estação várias coisas boas apareceram, algumas segmentadas como a Voilà, publicação voltada para o universo da moda e da cultura e a Taturana, revista que discute cinema com uma linguagem única, resultado da união de pessoas que gostam de escrever sobre filmes de uma forma livre, expressiva e informal.
A Taturana é um produto da Kinoarte, genuinamente londrinense. A associação cultural sem fins lucrativos produz cinema independente de excelente qualidade e leva o nome da terrinha para vários festivais e já conquistou mais de 20 premiações em festivais nacionais e internacionais.
Por fim, deixo aqui a dica da revista WinkMag, que traz um conteúdo muito bem elaborado, aprofunda-se em suas propostas e quase sempre traz matérias interessantíssimas, é certamente uma referência para o mercado editorial do norte do Paraná. Para quem gosta de ler a Vogue, Wish, L`Officiel e outras revistas de lifestyle similares a revista agrada em cheio, além disso traz ótimas matérias de decoração, leitores da Lush também se sentirão em casa.
Post de moda é que não falta por aqui, estamos sempre abordando o assunto, mas essa é a primeira vez que escrevemos sobre a moda produzida em Londrina, que erro!!!!
Estão pipocando coisas interessantíssimas, novas empresas chegam ao mercado e acompanham o movimento criativo de marcas consagradas como a Mulher Elástica, a marca de sport culture é hoje um ícone entre os fashionistas, que receberam de forma super positiva a ousadia das coleções sempre carregadas de elementos inovadores.
A foto de Cristiano Madureira é parte da coleção Killer Queen – inverno de 2009 da Mulher Elástica
Seguindo a mesma trilha da Mulher Elásticaa marcaMadre Côrtes também tem mostrado muita personalidade, a nova coleção de bolsas e acessórios criada por Guilherme Andrade e inspirada na rainha da França, Marie Antoinette, vêm despertando o desejo de muitas consumidoras. A s fotos da campanha são da fotografa Thais Fujarra.
Outra que chegou tímida e começa mostrar a que veio é a La Condesa, com peças ultra femininas, a marca chama a atenção pela delicadeza em que explora o universo feminino, tanto nas peças quanto na comunicação visual. Com fotos do fotógrafo Bernardo Sardi a marca promete trazer muitas surpresas ainda.
E pra quem se interessar em conhecer um pouco mais sobre as marcas a dica é o Bazar da Corte, evento que acontece nos dias 23, 24 e 25 de julho. Vale a pena dar uma conferida no mevimento, aproveitar as promoções de inverno e é claro nas novidades para o verão de 2010.
A minuciosa produção das noivas em contraste com cenários improváveis, essa é a proposta do Bride’s Dreams, serviço oferecido pela Impressão Visual que tivemos o prazer de conhecer durante um dos eventos de noivas na cidade e depois de produzir o material gráfico. Gostamos muito do resultado final, já era de se esperar já que as fotos eram de excelente qualidade.
O Bride’s Dreams inspira-se no conceito Trash the Dress, bastante difundido internacionalmente, o ensaio fotográfico super ousado propõe a utilização de cenários exóticos e nada convencionais, onde a intocável produção da noiva deixa de ser uma limitação. A mistura inusitada rende ótimas cenas e, se bem dirigidas, compõem um seqüência de imagens digna de editoriais de moda.
As fotos do ensaio da impressão Visual ficaram ótimas, a sutileza dos movimentos se misturou a escolha adequada da luz e evidenciou a força das cores em um cenário único. Vale a pena compartilhar aqui um pouco do que conhecemos durante a realização desse job.
A história da personagem Coraline de Neil Gaiman é uma excelente dica para quem gosta de animação, cinema e literatura. O enredo, que em um primeiro e desatento olhar pode parecer bobo e infantil, se desdobra criativamente e dá o tom a fábula gótica juvenil que encanta pela profundidade, um romance escrito para crianças pode ser uma das melhores leituras para adultos nos últimos tempos.
Em Coraline temos uma balada sombria que deve ser tocada para crianças. Mas não para qualquer criança. Caso raro na literatura infanto-juvenil atual, Coraline é indicado para crianças que se recusam a ser hipnotizadas pela televisão e também para a criança perdida dentro de cada um de nós. Tanto o livro quanto o filme são imperdíveis.
A animação Coraline, baseada no romance homônimo de Neil Gaiman, tem a direção de Henry Selick, mesmo diretor de O Estranho mundo de Jack.Coraline e o Mundo Secreto é uma verdadeira obra de arte, criada com a mesma técnica quase que artesanal de ‘O Estranho Mundo de Jack’ (Stop Motion, animação feita quadro a quadro) o filme é impressionante visualmente e em muitos momentos é bem clara a influência de Alice no País das Maravilhas e sua realidade alternativa e quase alucinógena, acrescida é claro de uma abordagem sombria e nebulosa.
Coraline certamente se aproximou bem mais de Alice na recente releitura de Tim Burton. Referências de ‘Noiva Cadáver’ e até de ‘Os Fantasmas se divertem’ podem ser facilmente verificáveis no longa que se destaca pelo capricho técnico da arte e pelo roteiro alternativo e bizarro.
O trio formado pela italiana Marcella Pupinni e suas amigas Kate e Stephanie pode ser definido como um mix de irreverência, sensualidade e música, que faz de cada apresentação um espetáculo cênico musical com evidentes influencias burlescas.
Com muito swing e um visual super retrô, o trio consegue fazer com que músicas consagradas soem completamente novas aos nossos ouvidos. “I Will Survive”, “Panic” e “Heart of Glass”, regravadas no primeiro cd “Betcha Bottom Dollar”, são alguns dos sucessos que ganharam interpretação e representação característica do grupo.
O estilo musical é inspirado no Jazz e tem influências de vários ritmos como o swing e as big-bands americanas. De uma maneira “fabulosa” (segundo a Vogue), as meninas levam o público a uma viagem no tempo, até as décadas de 1930 e 1940, quando o mundo começava a se encantar pelo Jazz Pop com suas percussões, cordas e sons melodiosos.
Vale super a pena conferir, todas as faixas são muito boas por conta da originalidade do trio e além das músicas contagiantes, as apresentações remetem às grandes divas do cinema, são carregadas de um glamour do burlesco com um quê jazzístico do melhor do 1940s-style.
Dá uma olhada nessas xícaras charmosíssimas e tenta não imaginar elas em casa ou no escritório fazendo o maior sucesso, difícil não? Além de lindas as xícaras compõem uma embalagem super diferenciada para os petit fours, uma excelente opção para presentear os amigos de uma forma deliciosamente estilosa. A novidade já pode ser encontrada no atelier Bianca Pozzi, tá esperando o que pra começar sua coleção?
Aproveitando a onda vampiresca que invade ultimamente as prateleiras das livrarias e das telas dos cinemas, resolvi postar aqui uma dica interessante de livro. Não! não é nenhuma história trash de terror nem tão pouco um romance juvenil que envolve vampiros adolescentes, e sim um guia interessante sobre um dos movimentos mais importantes da sociedade moderna: o Gótico. Goth Chic – Um guia para a cultura dark foi escrito pelo jornalista e especialistas em assuntos ocultos Gavin Baddeley. Foi lançado há algum tempo, mas em meio a tantas discussões e interesse pelo mundo do além do túmulo, certamente vale a pena apresentá-lo para quem não o conheçe.
Goth Chic traz um vasto material sobre esta cultura que vai desde o seu surgimento no século IV até os dias atuais, traçando um panorama do que é realmente considerado gótico. Moda, cinema, arquitetura, propaganda, literatura, sexo e fetiche, televisão, e claro, música, estão presentes nos capítulos dedicados a cada um dos temas. É interressante notar que não só o movimento underground dos anos 80 está presente, mas sim, o início histórico de tudo. A obra tem foco principal na estética, no entanto, serve como material inicial para um estudo mais aprofundado do assunto. Como diria o próprio autor “o gótico é uma perspectiva filosófica – uma visão de mundo”. Portanto, vai muito além da roupa preta e da maquiagem pálida.
Para os amantes dos vampiros, o livro não decepciona, traz partes interessantes sobre o surgimento das primeiras histórias envolvendo criaturas sugadoras de sangue. Para quem só conheçe Crepúsculo fica aí a dica.
Goth Chic – Um Guia para a Cultura Dark (2002)
Editora Rocco
Baddeley, Gavin